Comexport reestrutura processos e inaugura escritório na China

Estrutura realiza pesquisas e análises de fornecedores e produtos, inspeções e visitas técnica se acompanhamento do embarque e inteligência pré-embarque

31 de Março de 2022

Por: Redação

A Comexport informa que reestruturou serviços e revisitou processos para assegurar que transações entre o Brasil e a China pudessem ser viabilizadas de forma a atender às atuais regras de importação de produtos daquele país.  

Deste modo, para ampliar mais suas atividades na região a empresa anuncia a abertura de um novo escritório na China, que chega para criar facilidades a empresários brasileiros interessados em manter, expandir e estabelecer novos negócios com chineses.  

Nas novas instalações em Xangai, uma equipe multidisciplinar atua em operações de trading e atua em trabalhos que envolvem pesquisas e análises de fornecedores e produtos qualificados, inspeções e visitas técnicas in loco e acompanhamento do embarque e inteligência pré-embarque em geral.  

O vice-presidente da Comexport, Roberto Milani, conta que a crise sanitária mundial foi um divisor de águas nessa reestruturação. “Antes, fazíamos uma agenda e acompanhávamos nossos clientes em visitas técnicas, dando-lhes todo o suporte. Com a pandemia, muitos empresários brasileiros ficaram impossibilitados de tratar de negócios pessoalmente na China", explica. Assim, a empresa passou a executar um trabalho 3600. "Hoje, temos esse papel de representação pública, e de manter o sourcing e os processos de nossos clientes atualizados.”

Índices

A Comexport  está presente no país desde a década 1980 e oferece suporte a empresas dos segmentos têxteis, químicos, fertilizantes, petroquímicos, equipamentos e materiais para construção civil, veículos, autopeças, ferroviários, equipamentos fotovoltaicos e aeronaves, entre outros. De 2019 a 2021, os negócios no mercado chinês somaram R$ 6,1 bilhões de faturamento à companhia, que tem em seu portfólio cerca de 800 fornecedores e 200 clientes brasileiros (dos quais aproximadamente 145 importam da China). As localidades que mais exportam produtos para o Brasil são Anhui, Anji, Changzhou, Fujian, Fuzhou, Guangdong, Hangzhou, Hubei, Jiangsu, Ningbo, Shaoxing, Tianjin, entre outras.  

A gerente geral da Comexport na China, Thais Moretz, afirma que o mercado chinês é muito dinâmico e que nos dois últimos anos, quando se deu o fechamento de fronteiras, empresas foram criadas, outras extintas ou passaram por processos de aquisição. “Tudo aqui muda muito rápido. Por isso, temos um papel fundamental de captar essas mudanças e atualizar as empresas brasileiras.”

A executiva completa dizendo que a abertura do escritório na China consolida um trabalho de anos na região e que, agora, se torna mais que necessário. “As empresas perceberam as facilidades e a redução de custos nesta nova forma de fazer negócios, que deve ser mantida no futuro”, pontua Thais.

Tags: n-a


ÚLTIMAS NOTÍCIAS

MAIS POPULARES

Estrutura

Mercado Livre anuncia seu primeiro centro de consolidação na América Latina

Estrutura

Rodonaves Express inaugura unidade em São José dos Campos

Mercado

Letwe Innovation faz aporte de R$ 3,1 milhões na startup Gti Plug



LOG CONTENT